O Ibovespa em Alta
O Ibovespa subiu quase 3% e alcançou o maior valor desde 14 de maio, fechando em 177.866,37 pontos. Essa alta foi impulsionada pelo IPCA de junho, que ficou abaixo do esperado, reforçando a tese de que o Banco Central continuará cortando a taxa Selic.
Isso ajuda o lucro futuro das empresas e deixa a renda variável mais competitiva. De 79 ações, apenas Prio cedeu, enquanto as demais apresentaram ganhos. A queda dos futuros de petróleo também contribuiu para a alta do Ibovespa.
Fatores que Influenciaram a Alta
Os principais fatores que influenciaram a alta do Ibovespa incluem:
- O IPCA de junho abaixo do esperado, que fortaleceu a tese de que o Banco Central continuará cortando a taxa Selic.
- A queda dos futuros de petróleo, que denota que o mercado entende a escalada do conflito entre EUA e Irã como temporária.
- A manutenção do Estreito de Ormuz aberto, apesar de com menos embarcações.
Esses fatores contribuíram para a alta do Ibovespa, que fechou na máxima do dia, em alta superior à das Bolsas de Nova York, com um giro financeiro de R$ 24,99 bilhões.
Análise dos Especialistas
Os especialistas avaliam que a alta do Ibovespa é justificada pelo IPCA mais fraco, que abre espaço para o Copom continuar cortando juros em agosto. Isso é positivo para a renda variável.
Além disso, a redução da expectativa de alavancagem das empresas e o impulsionamento do valuation das empresas também contribuem para a alta do Ibovespa.
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