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Vale (VALE3): 6 fatores que podem sustentar a alta das ações, segundo o Goldman Sachs

Vale (VALE3): 6 Fatores que Podem Sustentar a Alta das Ações

O Goldman Sachs atualizou seu modelo para a Vale (VALE3) após o relatório de produção do 4º trimestre de 2025 e antes da divulgação dos resultados do 4º trimestre de 2025. A projeção dos resultados do 4º trimestre destaca um Ebitda de US$ 4,6 bilhões, contra US$ 4,5 bilhões estimados pelo consenso da Visible Alpha.

Os principais fatores que podem sustentar a alta das ações da Vale incluem:

  • Fluxos positivos para o Brasil;
  • Alocação de capital mais clara da companhia em comparação com os pares;
  • Sólido desempenho operacional em minério de ferro e metais básicos;
  • Expectativa de preços relativamente resilientes do minério de ferro;
  • Melhores métricas de avaliação em comparação com os pares;
  • Posição relativamente baixa para investidores no Brasil.

O banco acredita que a forte valorização das ações da Vale foi impulsionada por uma combinação de fluxos positivos para o Brasil e uma alta geral nos preços das commodities. Além disso, a Vale possui uma boa estratégia para equilibrar seu portfólio de minério de ferro e crescer no setor de cobre.

A avaliação também é atrativa em termos relativos, com a Vale negociando a 10% do fluxo de caixa livre (FCFy) no mercado spot, contra 7%/8% de concorrentes como BHP e Rio Tinto. A Vale também apresenta uma estratégia de alocação de capital mais sólida, com risco limitado de fusões e aquisições e desempenho operacional em melhoria.

No entanto, o risco reside no fato de que os preços do minério de ferro provavelmente já atingiram o pico do ciclo, e o Goldman Sachs prevê uma correção de 9% até o final de 2026.

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