Resumo do Desempenho das Ações em Maio
O mês de maio foi desafiador para a bolsa brasileira, com o Ibovespa recuando 7,22% devido à saída de R$ 14,1 bilhões em capital estrangeiro, perspectiva de cortes de Selic mais lentos e ruído eleitoral. A carteira com as ações mais recomendadas pelas principais corretoras do país não escapou dessa tendência, com cinco das seis ações fechando no vermelho.
A exceção foi a Vale (VALE3), que subiu 5,3% no mês, impulsionada pela resiliência do minério de ferro e sinais de retomada da atividade industrial chinesa. Já a Petrobras (PETR4) foi o pior papel do ranking, com queda de 14,9% devido à redução dos temores sobre a oferta global de petróleo e ao recuo das cotações do barril.
Desempenho das Outras Ações
- A Axia (AXIA3) caiu 15,3% devido ao resultado do primeiro trimestre e à decisão judicial sobre a remuneração de ativos de transmissão.
- O Itaú (ITUB4) cedeu 5,6%, comportando-se como ativo defensivo num ambiente de fuga de capital estrangeiro.
- A Localiza (RENT3) caiu 6,6%, pressionada pela perspectiva de Selic mais elevada por mais tempo.
- A Vibra (VBBR3) recuou 9,4%, arrastada pela queda do petróleo e pelo humor geral do mercado.
Em resumo, o mês de maio foi difícil para a bolsa brasileira, com a maioria das ações fechando no vermelho. No entanto, a Vale se destacou como a única “sobrevivente” do ranking, com um desempenho positivo no mês.
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