Resumo do Mercado de Petróleo e Ações das Petroleiras Brasileiras
O mercado de petróleo experimentou uma queda significativa nas últimas 24 horas, com os preços do petróleo Brent e West Texas Intermediate dos EUA caindo para mínimas de duas semanas. Essa queda foi influenciada por relatos de um acordo preliminar entre os EUA e o Irã para encerrar o conflito no Golfo, o que pode levar a uma redução no prêmio de risco geopolítico embutido no petróleo.
As ações das petroleiras brasileiras, como PRIO, Brava e Petrobras, também sofreram quedas significativas, com a PRIO sendo a que mais caiu, com uma baixa de 4,49%. A Petrobras também teve uma queda expressiva, com uma baixa de 3,96% para as ações PETR3 e 3,19% para as ações PETR4.
De acordo com o Bradesco BBI, um eventual acordo de paz entre os EUA e o Irã deve levar à reabertura gradual do Estreito de Ormuz, o que reduziria o prêmio de risco geopolítico embutido no petróleo. No entanto, o banco também pondera que os impactos da guerra não desaparecem imediatamente e que os preços do petróleo podem seguir em patamares acima dos níveis pré-conflito ao longo do restante do ano.
Além disso, a PRIO soltou seu resultado trimestral, com um Ebitda de US$ 878 milhões no 1T26, um avanço de 157% em relação ao trimestre anterior e de 91% no comparativo anual. O crescimento expressivo do Ebitda foi o principal destaque do trimestre, mas foi parcialmente neutralizado pelo consumo de capital de giro.
Aqui estão os principais pontos do mercado de petróleo e ações das petroleiras brasileiras:
- Queda nos preços do petróleo Brent e West Texas Intermediate dos EUA;
- Queda nas ações das petroleiras brasileiras, como PRIO, Brava e Petrobras;
- Relatos de um acordo preliminar entre os EUA e o Irã para encerrar o conflito no Golfo;
- Reabertura gradual do Estreito de Ormuz e redução do prêmio de risco geopolítico embutido no petróleo;
- Crescimento expressivo do Ebitda da PRIO no 1T26.
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