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Mini-índice (WINM26) segue pressionado; o que esperar hoje?

O mini-índice (WINM26) encerrou a última sessão com uma forte queda de 2,61%, aos 186.900 pontos, marcando a sexta baixa consecutiva e intensificando o fluxo vendedor no curto prazo. O Ibovespa também registrou a sexta queda consecutiva, pressionado pelo avanço do petróleo após tensões envolvendo EUA e Irã e pela ausência de novos gatilhos do Federal Reserve, que manteve os juros.

No Brasil, o índice foi puxado para baixo pela forte queda de Vale (VALE3) e fraqueza dos bancos, em um ambiente de maior aversão ao risco. O banco central do Brasil manteve os juros em 14,50%, o que também influenciou o mercado.

Para o trader de mini-índice, o cenário é de pressão vendedora e maior volatilidade no curto prazo, com o mercado sensível ao noticiário externo, commodities e à política monetária.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, o mini-índice mantém um forte movimento de baixa, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio do fluxo vendedor no curtíssimo prazo.

  • Para continuidade da queda, será necessário o rompimento da região de suporte em 186.865/186.700.
  • Caso essa faixa seja perdida, o índice tende a acelerar as perdas em direção a 186.400/185.820, com alvo mais longo em 185.480/185.000.
  • Pelo outro lado, uma tentativa de repique comprador dependerá da superação da resistência em 187.420/188.265.

Análise do gráfico diário

No gráfico diário, observa-se a consolidação de um movimento corretivo mais intenso, com o índice acumulando seis sessões consecutivas de queda e formando um forte candle vendedor.

O ativo segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés negativo. No entanto, o afastamento relevante das médias pode favorecer repiques técnicos no curto prazo, ainda que dentro de uma tendência de baixa.

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