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Ibovespa sobe com exterior, enquanto monitora encontro EUA-China e política no Brasil

Resumo do Mercado

O Ibovespa iniciou o pregão desta quinta-feira com valorização, após três sessões seguidas de queda, influenciado pela melhora nos índices de ações do Ocidente. O principal indicador da B3 fechou em baixa de 1,80% na quarta-feira, atingindo 177.098,29 pontos, devido a fatores como a divulgação de um áudio envolvendo o senador Flávio Bolsonaro.

Além das questões políticas, os balanços de empresas como o Banco do Brasil (BBAS3) estão no foco. A instituição apresentou lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre, uma queda de 53,5% em relação ao mesmo período de 2025 e recuo de 40,2% ante o quarto trimestre do ano passado. Outros balanços, como os da CSN (CSAN3) e Braskem (BRKM5), também foram divulgados.

Encontro EUA-China e Petróleo

O encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, é monitorado pelo mercado, com expectativas de uma abertura de mercado entre os países. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que Washington e Pequim discutem mecanismos para ampliar a cooperação econômica bilateral.

O petróleo opera com volatilidade, enquanto o minério de ferro fechou estável em Dalian, na China. As bolsas asiáticas fecharam com sinais divergentes, atentas ao encontro entre os presidentes. Já os índices acionários na Europa e nos EUA avançam.

Repercussões Políticas

A divulgação do áudio envolvendo Flávio Bolsonaro pode enfraquecer sua candidatura presidencial e fortalecer a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, analistas acreditam que o mercado está fazendo as contas e que a eleição pode ser apertada, abrindo espaço para uma terceira via.

  • O Ibovespa subiu 0,97% às 11h12, atingindo 178.807,71 pontos.
  • O mercado segue monitorando os desdobramentos do encontro entre os presidentes dos EUA e da China.
  • A guerra entre EUA e Irã segue sem sinal de terminar tão cedo.

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