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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa sobe, renova máxima e mira os 166 mil pontos

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores do Brasil, alcançou um novo patamar histórico, fechando com alta de 1,96%, aos 165.145,98 pontos, no maior patamar de fechamento de todos os tempos. Essa alta foi impulsionada por uma combinação de fatores, incluindo a recuperação dos mercados globais e a expectativa de que o Federal Reserve, o banco central dos EUA, possa adotar uma postura mais “dovish” em relação às taxas de juros.

Além disso, o dólar comercial caiu para R$ 5,38, e os juros futuros avançaram por toda a curva. As vendas no varejo do Brasil também avançaram 1,0% em novembro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Orçamento de 2026 com vetos a R$ 400 milhões em emendas parlamentares.

O vice-presidente Geraldo Alckmin prevê a entrada em vigor do pacto UE-Mercosul no segundo semestre e vê o acordo com os Emirados Árabes como encaminhado. A Embraer também está em destaque, com uma possível parceria com o Grupo Adani para lançar a primeira linha de montagem de aeronaves comerciais da Índia.

Os principais índices em Nova York terminaram ontem em queda, com o Dow Jones fechando em -0,09%, o S&P 500 em -0,53% e o Nasdaq em -1,00%. Já os mercados da Ásia fecharam em mistos, com o índice Kospi, principal índice da bolsa sul-coreana, subindo 1,58% e atingindo um recorde histórico.

Os preços do petróleo caíram mais de 3% após o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizar que pode adiar um ataque ao Irã. O ouro recuou de um pico recorde, e o minério de ferro negociado na bolsa de Dalian fechou em baixa, com a queda na produção de aço chinesa.

  • Maiores baixas: MRVE3 (-5,34%), RAIL3 (-4,26%), POMO4 (-2,21%)
  • Maiores altas: VALE3 (+4,74%), BRAP4 (+4,32%), TIMS3 (+4,30%)
  • Mais negociadas: PETR4 (R$ 7,62), VALE3 (R$ 4,74), AXIA3 (R$ 2,95)

O Ibovespa opera em alta, com os investidores monitorando a evolução dos mercados globais e as notícias geopolíticas. O dólar comercial caiu para R$ 5,38, e os juros futuros avançaram por toda a curva.

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