Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai e perde os 193 mil pontos com Oriente Médio no radar
O Ibovespa opera com baixa nas primeiras negociações desta quinta-feira, aos 192,5 mil pontos, após cair forte na véspera, na contramão do observado no exterior. Isso ocorre devido às preocupações renovadas com a guerra no Oriente Médio e o Estreito de Ormuz, que levaram o preço do petróleo de volta para perto de US$105 o barril, provocando queda nos mercados globais de ações e valorizando o dólar.
Os temores retornaram depois que o Irã capturou, na quarta-feira, dois navios que tentavam sair do estreito, levando os investidores a se questionarem se o frágil cessar-fogo dos Estados Unidos — que permitiu a recuperação dos mercados nas últimas semanas — conseguirá se sustentar.
Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa pela manhã da abertura da Feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, em Planaltina, e à tarde vai ao Prêmio Vivaleitura, em Brasília.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,42%, S&P Futuro recua 0,22% e o Nasdaq Futuro tem baixa de 0,16%.
O dólar comercial cai a R$ 4,95 e os juros futuros (DIs) avançam por toda a curva.
Os analistas do J.P.Morgan projetam redução da Selic em 25 pontos-base, para 14,50%, em linha com os preços de mercado e o consenso dos analistas na pesquisa Focus.
A XP retoma cobertura da Pague Menos (PGMN3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 8,5 por ação para o final de 2026.
O setor de papel e celulose começa a enfrentar ventos contrários diante da piora do sentimento global e o aumento das incertezas.
O banco central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 4,9532 e venda a R$ 4,9538.
Os principais índices em Nova York começam dia com baixas.
A Ocyan planeja disputar novos contratos com a Petrobras neste ano, incluindo projetos de construção dos navios-plataformas Albacora e Búzios 12.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirma que o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia pode aumentar as exportações brasileiras em 13% quando estiver totalmente em prática em 2038.
O dólar se mantém firme; preocupação com impasse entre Irã e EUA impulsiona demanda por porto-seguro.
O secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico minimizou o risco de estagflação devido à crise do Irã.
Os preços do petróleo operam em alta pelo quarto dia consecutivo, enquanto os Estados Unidos e o Irã permanecem em conflito pelo controle do Estreito de Ormuz.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, após relatos de que os EUA interceptaram petroleiros iranianos, abalando o frágil otimismo em relação ao cessar-fogo.
As ações europeias caem nesta quinta-feira, com a escalada das preocupações com o transporte marítimo no estratégico Estreito de Ormuz diminuindo o otimismo dos investidores.
Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta quinta-feira, pressionados pela alta do petróleo, em meio ao impasse nas negociações de paz entre o Irã e os Estados Unidos.
A temporada de balanços começou forte, com as ações da Boeing subindo 5% depois que a empresa reportou um prejuízo menor do que o esperado para o primeiro trimestre.
O Ibovespa terminou ontem com baixa de 1,65%, aos 192.888,96 pontos.
O dólar comercial fechou ontem estável, valendo R$ 4,974.
- Maiores baixas: COGN3 (-6,97%), EMBJ3 (-6,01%), YDUQ3 (-5,43%)
- Maiores altas: RECV3 (3,82%), HAPV3 (2,18%), PETR3 (1,86%)
- Mais negociadas: PETR4, BBDC4, PRIO3, ITUB4, BBAS3
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link