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Ibovespa emenda 10ª alta seguida e chega aos 198 mil, nova máxima histórica

Ibovespa emenda 10ª alta seguida e chega aos 198 mil, nova máxima histórica

O Ibovespa fechou com mais 0,34%, aos 198.000,71 pontos, e garantiu o sagrado ganho de todo dia, algo recorrente nas últimas 10 sessões, agora com mais 676,84 pontos. É o maior patamar de fechamento da história.

Na máxima do dia, mais um recorde e superou pela primeira vez os 198 mil, com 198.173,39 pontos. Isso após começar a sessão com uma queda ampla em torno de 1%.

O motivo da elevação aos céus dos mercados é, novamente, uma declaração de Donald Trump, presidente dos EUA. O mandatário afirmou agora que o Irã quer fazer um acordo.

Ele disse que o Irã havia “ligado esta manhã” e que “eles gostariam de fechar um acordo”, mas a imprensa não conseguiu confirmar a informação.

As palavras de hoje funcionaram mais uma vez para elevar o sentimento e fazer os índices subirem, a despeito do próprio Trump ter agravado as ameaças ao Irã, com o “bloqueio do bloqueio” de Ormuz.

Os persas, por sua vez, estão em “alerta máximo” e ameaçaram portos do Golfo Pérsico após EUA efetivarem o bloqueio do bloqueio. Para piorar, Israel segue bombardeando o Líbano.

O petróleo subiu com as notícias de um possível bloqueio do Estreito de Ormuz pelos EUA.

Os investidores estão agora de volta à prancheta, tentando reavaliar o valor justo das ações, agora que está claro que não há fim à vista para o conflito no Oriente Médio.

O Estreito de Ormuz é crucial para os preços do petróleo e para o sentimento geral do mercado, e é evidente que haverá mais demonstrações de força nessa via navegável entre os EUA e o Irã esta semana.

Os principais índices em Nova York fecharam o dia com ganhos contundentes.

Investidores em Wall Street começaram o dia desanimados, com o fracasso das conversas entre Irã e EUA neste final de semana, e a consequente disparada do petróleo.

Porém, durante a tarde, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã queria fazer um acordo e tudo mudou, elevando o apreço ao risco e fazendo os índices acelerarem.

As Bolsas europeias fecharam antes do palavreado de Trump e acabaram no vermelho.

Trump, aliás, não anda muito em alta conta com sua santidade o Papa, seu conterrâneo Leão XIV.

O presidente da potência norte-americana chamou o pontífice de “fraco”.

A Vale fechou na máxima do dia, com alta de 2,07%, impulsionada também pelo minério de ferro do outro lado do mundo.

Os acionistas de Petrobras também vão dormir o sono dos justos, com uma alta mais comportada, de 1,53%, seguindo o ânimo dos barris de petróleo.

A terça-feira chega com os dados do setor de serviços no Brasil em fevereiro.

Nos EUA, sai também a variação dos preços ao produtor de março, capaz de assustar o mais crente dos otimistas, já que a projeção para 12 meses tem expectativa de mais 4,6%.

Que os deuses do bom senso ajudem esse mundo por um pouco de paz e tranquilidade, para que a prosperidade desses últimos dez dias continue.

  • Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,09%, aos 2.538,75 pontos
  • Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,46%, aos 23.493,22 pontos
  • Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,19%, aos 3.903,40 pontos
  • Ibovespa termina com alta de 0,34%, aos 198.000,71 pontos, maior patamar de fechamento da história

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