Durigan Critica o Banco Central sobre Fintechs no Brasil
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, expressou sua preocupação sobre a situação das fintechs no Brasil, afirmando que o Banco Central, sob a liderança de Roberto Campos Neto, criou uma “anarquia” para essas empresas. Durigan argumentou que, sob o pretexto de ser liberal e promover a liberdade de mercado, o Banco Central permitiu que muitas fintechs operassem no país sem supervisão adequada.
Essa falta de supervisão, segundo Durigan, permitiu que o crime organizado utilizasse essas fintechs para lavar dinheiro e receber pagamentos de apostas ilegais. Ele enfatizou a necessidade de antecipar o cronograma para que as fintechs sejam supervisionadas pelo Banco Central, garantindo que essas empresas operem dentro da legalidade e não sejam usadas para atividades ilícitas.
Medidas para Regular as Fintechs
Durigan também mencionou que o governo não irá adiar a tomada de providências sobre as fintechs devido às eleições. Ele destacou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem um plano de trabalho para investigar o que ocorreu com fundos da Reag na Carbono Oculto. Além disso, o Executivo irá exigir que transferências de fundos para fundos via fintechs sejam notificadas ao Banco Central e à Fazenda.
Essas medidas visam aumentar a transparência e a segurança nas operações das fintechs, protegendo os consumidores e impedindo o uso dessas empresas para atividades criminosas. Durigan reforçou a importância de uma regulamentação eficaz para garantir que as fintechs operem de forma responsável e dentro da lei.
- O ministro da Fazenda criticou a falta de supervisão sobre as fintechs no Brasil.
- A falta de regulamentação permitiu que o crime organizado utilizasse fintechs para lavar dinheiro.
- O governo irá antecipar o cronograma para supervisão das fintechs e exigir notificação de transferências de fundos.
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