Estabilidade do Dólar após Liberação de Estoques de Petróleo
A decisão dos países ricos de liberar uma parte das reservas de petróleo teve um impacto positivo no mercado financeiro, amenizando as tensões e contribuindo para a estabilidade do dólar. O dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 5,159, com uma alta de apenas 0,04%, após ter chegado a R$ 5,18 por volta das 10h devido ao ataque a cargueiros no Estreito de Ormuz.
A liberação de 400 milhões de barris de petróleo das reservas dos países-membros, anunciada pela Agência Internacional de Energia (AIE), foi um fator chave para a estabilização do mercado. Essa medida ajudou a reduzir as preocupações sobre a escassez de petróleo e a pressão sobre os preços, o que, por sua vez, influenciou a cotação do dólar.
- A cotação do dólar comercial variou ao longo do dia, chegando a R$ 5,14 na mínima do dia e fechando próxima da estabilidade.
- O dólar acumula uma perda de 1,61% na semana e uma alta de 0,49% em março.
- O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 183.969 pontos, com uma alta de 0,28%, puxado pelas ações de petroleiras.
As ações da Petrobras, empresa com maior peso no Ibovespa, tiveram um desempenho destacado, com as ações ordinárias subindo 4,89% e as ações preferenciais valorizando-se 4,36%. O barril do Tipo Brent, usado nas negociações internacionais, fechou a US$ 93,02, com uma alta de 6%.
Além disso, os países do G7 concordaram em analisar uma possível escolta a navios no Golfo Pérsico, o que pode contribuir para a redução das tensões na região e promover a segurança e a estabilidade do mercado de petróleo.
Em resumo, a liberação de estoques de petróleo e as medidas anunciadas pelos países do G7 contribuíram para a estabilidade do dólar e do mercado financeiro, apesar das instabilidades geopolíticas.
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