Manifestação na Paulista: Oposição ao Governo e ao STF
A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou uma série de atos pelo país contra o governo federal e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O escândalo do Banco Master foi um dos principais motivos da convocação. Em São Paulo, a manifestação ocorreu na avenida Paulista, com concentração marcada a partir das 14h, na altura do Masp.
Este foi o primeiro evento do tipo em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou desde o lançamento de sua pré-candidatura à Presidência. Além de Flávio, estavam previstas as presenças do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), principal convocador do ato nas redes sociais, e de políticos da cidade e do Estado de São Paulo aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A manifestação ocorreu em meio a turbulências no PL entre o grupo ligado aos irmãos Bolsonaro e a ala mais próxima a Nikolas e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O pastor Silas Malafaia compareceu ao evento, mas não esteve à frente da organização, como vinha ocorrendo nos últimos atos da direita na capital paulista.
Motivos da Manifestação
Os principais motivos da manifestação incluem:
- O escândalo do Banco Master, que vêm proporcionando desdobramentos que acertaram cheio a mais alta Corte do País;
- A ligação de um empreendimento de familiares de Dias Toffoli com fundos ligados ao Master;
- O contrato de R$ 129 milhões entre o banco e o escritório da esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci.
A oposição usará os desdobramentos do caso Master contra o STF e o governo federal. A organização da passeata foi herdada pelo deputado estadual Tomé Abduch, do Movimento Nas Ruas. O banco central liquidou o Banco Master em novembro de 2025.
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