Tensão no Oriente Médio: Irã Ameaça Atacar Bases de Países Vizinhos
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, enviou uma mensagem de advertência aos países vizinhos que abrigam forças militares estrangeiras. Em uma publicação na rede social, Larijani afirmou que o Irã não pretende atacar as nações da região, mas ressaltou que bases utilizadas em operações contra solo iraniano serão alvejadas.
Larijani argumentou que tais instalações deixam de pertencer ao território soberano dos países anfitriões quando empregadas pelos americanos, passando a ser tratadas como “território dos EUA”. Essa declaração ocorre em meio ao cenário de incerteza gerado pela operação norte-americana “Fúria Épica”, que resultou na morte do Líder Supremo Ali Khamenei.
Consequências da Operação “Fúria Épica”
A mídia estatal iraniana confirmou o falecimento do aiatolá no início deste domingo, após imagens de satélite mostrarem seu complexo de alta segurança em Teerã destruído por cerca de 30 bombas. Larijani, que foi designado como o candidato preferencial para administrar temporariamente o país em caso de vacância na liderança suprema, assumiu o controle das comunicações militares e prometeu uma retaliação de proporções inéditas contra os Estados Unidos e Israel.
Segundo o secretário, os disparos de mísseis realizados ontem já atingiram alvos adversários, mas a resposta prevista para este domingo será algo “nunca antes experienciado” pelas potências ocidentais. Enquanto o presidente Donald Trump descreveu a morte de Khamenei como uma vitória para o povo iraniano, o comando de guerra em Teerã busca agora neutralizar a infraestrutura de apoio norte-americana na região.
- Ameaça de ataque a bases de países vizinhos que abrigam forças militares estrangeiras
- Declaração de Larijani sobre a perda de soberania de territórios utilizados por forças americanas
- Promessa de retaliação de proporções inéditas contra os Estados Unidos e Israel
A situação no Oriente Médio continua tensa, com o Irã ameaçando atacar bases de países vizinhos usadas por forças dos EUA. É importante acompanhar os desenvolvimentos para entender as consequências dessas ações.
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