Consumo de Alimentos em 2026: Desafios e Oportunidades
O consumo de alimentos no varejo deve seguir moderado em 2026, apesar da isenção de Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e da Copa do Mundo. A inflação e os juros altos continuam a pressionar o orçamento familiar, tornando difícil prever um crescimento significativo no consumo de alimentos.
De acordo com uma pesquisa da Worldpanel by Numerator, o consumidor brasileiro adotou uma segmentação das compras no supermercado em 2025, comprando mais vezes, mas levando menos itens e gastando menos em cada ocasião. Isso é um efeito do malabarismo para fracionar a compra do mês e fazer com que caiba no bolso.
Além disso, o uso de canetas emagrecedoras está redesenhando o consumo alimentar de quem usa esse tipo de medicamento. Os consumidores que usam essas canetas tendem a reduzir o consumo de alimentos industrializados e aumentar a ingestão de proteínas e alimentos frescos.
Os especialistas apontam que a Copa do Mundo e as eleições podem trazer desafios de volatilidade no câmbio, o que afeta o setor de alimentos. Além disso, os gastos com bets já acenderam uma luz amarela, especialmente nas classes C, D e E, nas quais os alimentos pesam mais no orçamento familiar.
- A inflação da alimentação em 2026 deve ser maior que a de 2025, o que é um fator adicional que pode afetar o consumo de alimentos.
- O uso de canetas emagrecedoras pode reduzir o consumo de alimentos industrializados e aumentar a ingestão de proteínas e alimentos frescos.
- Os gastos com bets podem desviar recursos que iriam para o carrinho de compras, afetando o consumo de alimentos.
Em resumo, o consumo de alimentos em 2026 enfrentará desafios e oportunidades. A inflação, os juros altos e os gastos com bets podem pressionar o orçamento familiar, enquanto o uso de canetas emagrecedoras e a Copa do Mundo podem trazer oportunidades para o setor de alimentos.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link