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Após ânimo com acordo EUA-Irã próximo, Ibovespa voltará a subir de vez?

Após ânimo com acordo EUA-Irã próximo, Ibovespa voltará a subir de vez?

O mercado financeiro brasileiro está aguardando com ansiedade o desfecho do acordo entre os Estados Unidos e o Irã, que pode trazer estabilidade e segurança para a região. A sinalização do presidente dos EUA, Donald Trump, de que houve um acordo preliminar com o Irã e outros países do Oriente Médio para encerrar o conflito na região, devolveu o apetite por risco aos investidores e colaborou para o Ibovespa fechar em alta na última quinta-feira.

A falta de clareza sobre os termos do acordo, porém, limita eventuais novos avanços do índice, enquanto a expectativa fica pela assinatura no fim de semana. Segundo especialistas, há outros fatores influenciando a Bolsa, como os preços do petróleo, a expectativa de inflação global e o fluxo de capital estrangeiro.

Fatores que influenciam a Bolsa

  • Preços do petróleo: a queda nos preços do petróleo pode trazer alívio ao quadro inflacionário e melhorar o cenário no curto prazo.
  • Expectativa de inflação global: a inflação é um fator importante que pode influenciar a Bolsa e o mercado financeiro.
  • Fluxo de capital estrangeiro: o fluxo de capital estrangeiro é fundamental para o crescimento da economia brasileira e pode influenciar a Bolsa.

O Ibovespa terminou na última quinta-feira com avanço de 1,71%, a 171.497,24 pontos, perto da máxima intradia e longe da mínima da sessão. Os especialistas acreditam que o Ibovespa deve voltar a subir quando os investidores estrangeiros retomarem o apetite por investimentos no país.

Além disso, a conclusão das ofertas de capital de grandes empresas de tecnologia, como a SpaceX, também pode influenciar o mercado. A queda nos preços do petróleo e a melhora do cenário eleitoral também são fatores que podem contribuir para o crescimento da Bolsa.

O dólar fechou em queda de cerca de 1,40% na última quinta-feira, a R$ 5,10. No ano, a divisa americana perde 7,06%, mas ainda acumula alta de 1,16% em junho. Os especialistas acreditam que o câmbio pode continuar volátil até que a situação do Oriente Médio seja resolvida de maneira conclusiva.

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