Ação Contra o “The New York Times” por Discriminação
A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC) dos EUA moveu uma ação contra o “The New York Times” por suposta discriminação contra um funcionário branco que não foi promovido. Segundo o processo, o jornal teria deixado de promover o homem para favorecer uma mulher menos qualificada, com o objetivo de cumprir metas de diversidade.
A denúncia se baseia no Título VII da Civil Rights Act of 1964, que proíbe discriminação no trabalho por sexo, raça, origem nacional ou religião. A presidente da EEOC, Andrea Lucas, afirmou que nenhuma instituição está acima da lei e que “toda discriminação por raça ou sexo é ilegal”.
Detalhes do Processo
De acordo com a agência, as metas públicas do jornal para aumentar a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança influenciaram a decisão. O homem branco teria sido excluído da etapa final, enquanto três mulheres e um homem negro avançaram. A EEOC afirma que a mulher escolhida para o cargo não tinha experiência na área, mas “se encaixava nas características de raça e gênero” que o jornal buscava ampliar na liderança.
O “New York Times” disse que a ação é “politicamente motivada” e afirmou que vai se defender “com vigor”. A porta-voz do jornal, Danielle Rhoades Ha, declarou que a EEOC ignorou fatos para sustentar uma narrativa pré-definida e que nem raça nem gênero influenciaram a escolha.
Consequências e Críticas
Críticos dizem que a ação da agência ataca iniciativas que buscam reduzir desigualdades históricas no mercado de trabalho dos EUA. A EEOC também investiga outras empresas, incluindo a Nike, por suposta discriminação racial contra funcionários brancos.
Uma lista de pontos importantes sobre o caso inclui:
- A EEOC moveu uma ação contra o “The New York Times” por suposta discriminação contra um funcionário branco.
- A denúncia se baseia no Título VII da Civil Rights Act of 1964.
- A presidente da EEOC afirmou que nenhuma instituição está acima da lei e que toda discriminação por raça ou sexo é ilegal.
- O “New York Times” disse que a ação é “politicamente motivada” e vai se defender “com vigor”.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link