Resumo do Mercado
O Ibovespa teve uma forte queda na sexta-feira, fechando com uma baixa de 1,52%, aos 174.041,95 pontos. Essa queda foi influenciada pelas novas tarifas impostas pelos EUA sobre produtos brasileiros, devido a alegações de fiscalização frouxa sobre o trabalho forçado. O dólar comercial, por outro lado, caiu 0,06%, fechando a R$ 5,081.
Os juros futuros (DIs) interromperam sua sequência de altas e recuaram por toda a curva, refletindo a incerteza do mercado diante das novas tarifas e do conflito no Oriente Médio.
O evento Expert XP, realizado em São Paulo, contou com a presença do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Durigan prometeu estabilizar a dívida pública até 2030 e rever gastos obrigatórios, enquanto Galípolo afirmou que o Copom avalia um “plano de voo” que pode levar a inflação para mais perto da meta.
No mercado internacional, as bolsas de valores fecharam mistas, com o Dow Jones em alta e o Nasdaq em queda. O petróleo recuou, mas ainda assim terminou a semana com ganhos, devido às preocupações com o suprimento devido ao conflito no Oriente Médio.
A semana que vem será especial, com a decisão do Federal Reserve sobre a taxa de juros, que pode influenciar o mercado.
Principais Ações
- Vale (VALE3) perdeu 0,58%, mas a semana ainda terminou positiva, com mais de 3%, após bons resultados de produção divulgados dias atrás.
- Petrobras (PETR4) caiu 1,72%, devido à queda do petróleo.
- Os grandes bancos não colocaram lenha na fogueira e o frio continuou: BB (BBAS3) perdeu 2,77%, mínima do dia; Bradesco (BBDC4) desceu 1,28%; Itaú Unibanco (ITUB4) caiu 1,08%; e Santander (SANB11) recuou 1,09%.
- WEG (WEGE3) foi na contramão e conseguiu alta de 0,70%, com analistas otimistas.
- Totvs (TOTS3) subiu 1,55%, com mercado enxergando oportunidades na onda IA.
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