Resiliência e Ressignificação do Papel do Judiciário
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, destacou a importância da resiliência dos magistrados diante das “incompreensões e ataques” às atividades e prerrogativas da classe. Segundo o ministro, o momento atual é marcado por “tensão permanente” e é necessário que a Justiça “ressignifique seu papel” para garantir a confiança pública.
Fachin defendeu que os magistrados devem ser “resilientes” e demonstrar “serenidade, firmeza e sabedoria” em seu trabalho. Citando o escritor Machado de Assis, ele falou em “merecimento de honras” e defendeu que a legitimidade do Judiciário depende do “merecimento cotidiano da confiança pública”.
Entre os principais pontos destacados por Fachin, podemos citar:
- A necessidade de resiliência diante das críticas e ataques;
- A importância de ressignificar o papel do Judiciário para garantir a confiança pública;
- A defesa da edição de um código de ética para a magistratura.
Essas ponderações se deram em um momento de “constante problematização” e “tensão permanente” para o Judiciário. Fachin reiterou a importância do aperfeiçoamento do Judiciário e defendeu a edição de um código de ética, o que enfrenta resistências de uma ala da Corte.
Com isso, Fachin busca garantir a confiança pública e a legitimidade do Judiciário, destacando a importância da resiliência e da ressignificação do papel dos magistrados.
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