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Ibovespa consegue alta curta, na esteira do exterior; petróleo sobe e dólar recua

Ibovespa consegue alta curta, na esteira do exterior; petróleo sobe e dólar recua

O Ibovespa fechou a segunda sessão seguida no azul, com alta de 0,30%, aos 180.409,73 pontos, um ganho de 534,29 pontos. O real também conseguiu mais uma valorização, com o dólar comercial caindo 0,58%, a R$ 5,199.

Os juros futuros (DIs) passaram boa parte do dia com baixas por toda a curva, mas terminaram com altas. A guerra no Irã pressionou o petróleo, que subiu, mas não parece ter fôlego para ir além dos US$ 100.

Os EUA não conseguiram apoio militar para garantir que o Estreito de Ormuz fosse liberado, e Trump ficou chateado e esbravejou. A Europa aprendeu a dizer “não”.

Trump teve que adiar o encontro com Xi Jinping, presidente chinês, que está bem tranquilo fora dessa guerra. O mercado brasileiro ainda espera que o Copom anuncie amanhã a queda da Selic e inicie o ciclo de cortes, mas a questão agora é a que ritmo.

A Petrobras (PETR4) subiu de novo, agora 1,76%, e no ano já são mais de 50%. “Embora alguns investidores tenham se tornado mais neutros ou reduzido sua exposição após a recente alta, com a compressão dos rendimentos de dividendos, muitos ainda consideram a Petrobras a melhor forma de obter exposição ao setor”, disseram analistas.

O petróleo tem ajudado também a elevar as petroleiras juniores aos céus, mas hoje Brava (BRAV3) caiu 3,33%, com a Petrobras exercendo o direito de preferência para adquirir da Petronas uma participação de 50% nos campos Tartaruga Verde e Espadarte – Módulo III, e revertendo o acordo previamente anunciado pela Brava.

A Vale (VALE3) hoje parecia que não subia nem com reza braba, mas a alta do minério de ferro deu uma força e o ganho foi de 0,15%. Os bancos ficaram negativos e pressionaram o Ibovespa. BB (BBAS3) desceu 0,96%, Bradesco (BBDC4) caiu 0,79%, Itaú Unibanco (ITUB4) perdeu 0,67% e Santander (SANB11) cedeu 1,18%.

A B3 (B3SA3) rezou outra cartilha e subiu 1,44%. Entre as que soltaram balanço do 4T25, os investidores de Natura (NATU3) foram abençoados com uma alta edificante: mais 8,46%, com números vistos como positivos, mesmo com o receio de alguns analistas quanto à sustentabilidade dos resultados.

Sabesp (SBSP3) subiu santos 2,66%, com resultados acima do esperado no trimestre, puxados por custos menores. Já Usiminas (USIM5) avançou 2,00%, com analistas elevando o ativo para compra em meio a avanço do protecionismo.

O caso é que o mercado ainda não sabe da missa a metade. Só amanhã mesmo é que todos os salmos, versículos e cantos serão conhecidos, quando o Fed e o Copom divulgarem suas decisões de taxas de juros, seus comunicados e suas falas e eles ecoarem pelas catedrais da Faria Lima.

Isso se lá do Oriente Médio outros deuses não resolverem ensurdecer todas as rezas por dias mais tranquilos e prósperos.

  • Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,04%, aos 2.351,22 pontos
  • Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,12%, aos 23.852,97 pontos
  • Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,15%, aos 3.875,45 pontos, mínima do dia

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