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Governo suspende plano de privatizar hidrovias na Amazônia após protestos indígenas

Governo Suspende Plano de Privatizar Hidrovias na Amazônia

O governo federal decidiu suspender o decreto que autorizava a inclusão das hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização. Essa decisão foi tomada após cerca de um mês de protestos de comunidades indígenas em Santarém, no Pará, que ocuparam instalações da Cargill no município.

Os protestos foram liderados por comunidades indígenas que questionavam o decreto e apontavam os efeitos que a privatização poderia ter para suas comunidades, bem como para quilombolas e ribeirinhas. O ministro da secretaria-geral da Presidência, Guilherme Boulos, anunciou a decisão após uma reunião com lideranças indígenas.

Motivos da Suspensão

Os principais motivos que levaram à suspensão do plano de privatizar as hidrovias na Amazônia incluem:

  • Protestos de comunidades indígenas que questionavam a decisão e apontavam os efeitos negativos para suas comunidades.
  • Preocupações sobre a ordem pública e o interesse da sociedade.
  • Necessidade de defender a legalidade e garantir a proteção dos direitos das comunidades afetadas.

A decisão do governo foi comemorada pelos grupos que ocupavam o terminal da Cargill em Santarém. A suspensão do plano de privatizar as hidrovias na Amazônia é um exemplo de como a mobilização social pode influenciar as decisões governamentais e proteger os interesses das comunidades mais vulneráveis.

É importante notar que a suspensão do decreto não significa que o plano de privatizar as hidrovias na Amazônia foi cancelado definitivamente. No entanto, a decisão do governo demonstra que as vozes das comunidades indígenas e dos movimentos sociais estão sendo ouvidas e consideradas.

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