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Minidólar (WDOH26): rompimentos ganham peso com agenda nos EUA

Análise do Minidólar (WDOH26)

O minidólar (WDOH26) com vencimento em março fechou a última sessão em queda de 0,50%, aos 5.223 pontos, mantendo a pressão vendedora no curto prazo. Isso ocorreu apesar do dólar ter avançado diante de dados dos EUA e da tensão geopolítica envolvendo o Irã.

No Brasil, o forte fluxo de entrada de recursos, com exportadores vendendo moeda e capital estrangeiro direcionado à bolsa, sustentou o real, enquanto o Ibovespa manteve alta relevante ao longo do dia. O IBC-Br recuou 0,2% em dezembro, menos que o esperado, reforçando a leitura de cortes graduais da Selic e preservando o diferencial de juros favorável ao carry trade.

Análise Técnica

Na análise técnica, o minidólar fechou em baixa, negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinal claro de enfraquecimento no curto prazo. Para retomar a alta, será indispensável a entrada de volume comprador capaz de superar a resistência em 5.236/5.245 pontos.

Caso esse rompimento se confirme, o contrato pode buscar 5.264,5/5.278,5, com projeção mais ampla até 5.293/5.303,5 pontos. Por outro lado, a perda do suporte em 5.221,5/5.214,5 pontos tende a intensificar o fluxo vendedor.

  • Resistência: 5.236/5.245 pontos
  • Suporte: 5.221,5/5.214,5 pontos
  • Projeção: 5.264,5/5.278,5 pontos

No gráfico diário, o minidólar segue negociando abaixo das médias móveis, mantendo a estrutura técnica de baixa. O cenário aponta para possibilidade de continuidade do movimento corretivo.

Para ensaiar recuperação, o ativo precisa superar 5.266,5/5.278,5 pontos, abrindo espaço para 5.314/5.370 pontos. Em sentido oposto, a quebra do suporte em 5.205,5/5.171 pontos reforça o viés negativo, com alvo inicial em 5.153,5/5.111 pontos.

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