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Investigação na União Europeia

A plataforma de mídia social X, de Elon Musk, está sendo investigada por reguladores da União Europeia devido à disseminação de imagens sexualizadas geradas por inteligência artificial. A investigação foi anunciada após autoridades afirmarem que a empresa falhou em impedir a disseminação dessas imagens, que incluíam conteúdo explícito e imagens de crianças.

A investigação está relacionada à Lei de Serviços Digitais (Digital Services Act), que exige que as empresas lidem adequadamente com os “riscos sistêmicos” de integrar tecnologias de inteligência artificial, como o chatbot Grok, ao seu serviço. A X está sendo acusada de não ter cumprido suas obrigações legais sob a DSA, permitindo que imagens sexualizadas e conteúdo ilícito sejam disseminados em sua plataforma.

Conflito entre a Europa e os EUA

A investigação intensifica o confronto entre a Europa e os Estados Unidos sobre a regulação de conteúdo online. Elon Musk e seus aliados no governo Trump têm criticado duramente as normas da União Europeia para a internet, argumentando que elas representam um ataque à liberdade de expressão e às empresas americanas.

No entanto, as autoridades europeias argumentam que a falta de salvaguardas em plataformas como a X permitiu que discurso de ódio, misoginia e conteúdo violento florescessem online. A Lei de Serviços Digitais, aprovada em 2022, exige que as empresas enfrentem de maneira significativa a disseminação de conteúdo ilegal, incluindo material que tenha como alvo indivíduos com base em raça, etnia, gênero, sexualidade ou religião.

Medidas tomadas pela X

Em resposta às críticas, a X restringiu a criação de imagens por IA do Grok a usuários que pagam por recursos premium, o que reduziu o número de imagens. Posteriormente, a X ampliou essas barreiras, afirmando que não permitiria mais que ninguém pedisse ao perfil do Grok na X “imagens de pessoas reais em roupas reveladoras, como biquínis”.

Os reguladores da União Europeia disseram que levariam em conta as mudanças de política da X durante a investigação. A Comissão Europeia, o órgão executivo dos 27 países da União Europeia, não forneceu um prazo para a investigação, mas afirmou que tem autoridade para ordenar que a X faça mudanças durante o processo, na “ausência de ajustes significativos” no serviço.

  • A X está sendo investigada por possível violação da Lei de Serviços Digitais.
  • A investigação está relacionada à disseminação de imagens sexualizadas geradas por inteligência artificial.
  • A X restringiu a criação de imagens por IA do Grok a usuários que pagam por recursos premium.

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