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Vibra renova máxima histórica, enquanto Marcopolo segue pressionada; veja análise

Análise Técnica de Ações: Vibra e Marcopolo

A Vibra (VBBR3) e a Marcopolo (POMO4) são duas ações que têm chamado a atenção do mercado recentemente. A Vibra voltou a figurar entre os ativos mais “esticados” do Ibovespa, com um Índice de Força Relativa (IFR) de 78,48 pontos, indicando uma região de sobrecompra. Já a Marcopolo figura entre os ativos mais “descontados” do índice, com um IFR de 30,49 pontos, permanecendo próxima da região de sobrevenda.

A Vibra acumula valorização de 41,00% em 2026 e 81,61% no acumulado de 12 meses. Em contrapartida, a Marcopolo acumula desvalorização de 11,27% em 2026 e valorização de 20,63% no período de 12 meses.

O IFR é uma ferramenta amplamente utilizada na análise técnica para medir a intensidade dos movimentos de preço em uma escala que varia de 0 a 100. Leituras acima de 70 costumam sinalizar sobrecompra, enquanto níveis abaixo de 30 indicam sobrevenda.

Análise Técnica da Vibra

A Vibra segue apresentando uma estrutura técnica positiva no curto prazo, sustentada por uma consistente tendência de alta. O principal destaque recente foi a renovação da máxima histórica em R$ 35,08. No gráfico diário, as ações permanecem acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que reforça o viés altista.

Algumas ações que também figuram na lista das ações em região de sobrecompra são: Caixa Seguridade (CXSE3), Ultrapar (UGPA3), BB Seguridade (BBSE3) e CSN Mineração (CMIN3). Já as ações que estão mais pressionadas no momento são: Engie (EGIE3), Vale (VALE3), Braskem (BRKM5) e Direcional (DIRR3).

Análise Técnica da Marcopolo

A Marcopolo segue exibindo uma configuração técnica desfavorável no curto prazo, refletindo a pressão vendedora que tem predominado nas últimas semanas. No gráfico diário, o ativo continua negociando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, cenário que reforça a tendência de baixa e mantém o viés baixista.

Para que a trajetória de alta da Vibra tenha continuidade, é importante acompanhar a região da máxima histórica em R$ 35,08. Um rompimento desse patamar pode fortalecer o fluxo comprador e abrir espaço para novas valorizações. Já para que a Marcopolo volte a ganhar força compradora, é importante acompanhar o rompimento da faixa de resistência entre R$ 5,53 e R$ 5,86.

  • Resistências da Vibra: R$ 35,08; R$ 35,90; R$ 36,85; R$ 39,07; R$ 40,75.
  • Suportes da Vibra: R$ 33,74; R$ 31,98; R$ 31,00; R$ 29,23; R$ 27,54.
  • Resistências da Marcopolo: R$ 5,53; R$ 5,86; R$ 6,09; R$ 6,34; R$ 6,62.
  • Suportes da Marcopolo: R$ 5,17; R$ 4,98; R$ 4,68; R$ 4,54; R$ 4,39.

Em resumo, a Vibra segue em uma tendência de alta, enquanto a Marcopolo enfrenta pressão vendedora. É importante acompanhar as resistências e suportes de cada ação para entender melhor o comportamento do mercado.

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