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Três bairros do Rio têm as casas mais caras vendidas no pós-pandemia

Três bairros do Rio têm as casas mais caras vendidas no pós-pandemia

O mercado imobiliário do Rio de Janeiro tem apresentado uma tendência interessante no pós-pandemia, com três bairros se destacando por terem as casas mais caras vendidas. Esses bairros conjugam contato com a natureza e proximidade a cartões postais, tornando-os muito atraentes para os compradores.

De acordo com o levantamento feito pelo aplicativo gratuito RioM², que compila dados obtidos por meio da análise das guias do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) via transparência da prefeitura, as três mansões mais valiosas estão localizadas nos bairros do Jardim Botânico, Leblon e Joá.

A lista das mansões mais valiosas é liderada por uma residência de mais de mil metros quadrados localizada na Rua Visconde de Itaúna, no alto do bairro do Jardim Botânico, que foi vendida por R$ 45 milhões. A região oferece vista para o Cristo Redentor, para a Floresta da Tijuca, entre outras áreas verdes e morros, tornando-a um local muito cobiçado.

Em segundo lugar, aparece a Rua Codajás, no especulado Jardim Pernambuco, no Leblon, com uma transação de R$ 35 milhões, em janeiro deste ano. O terceiro lugar é ocupado por uma mansão de mais de mil metros quadrados da Estrada do Joá, negociada a R$ 33,5 milhões, no ano passado.

Além disso, o Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada (Liga), da Universidade Federal Rural do Rio, apontou que os bairros do Jardim Botânico, Gávea, São Conrado, Ipanema, Leblon e Leme, além de Copacabana, são os mais arborizados do Rio, o que pode ser um fator importante para os compradores que buscam uma qualidade de vida melhor.

Abaixo, segue a lista com outras casas e apartamentos com altas transações:

  • Rua Visconde de Itaúna, Jardim Botânico: R$ 45 milhões
  • Rua Codajás, Jardim Pernambuco, Leblon: R$ 35 milhões
  • Estrada do Joá: R$ 33,5 milhões

Esses dados mostram que o mercado imobiliário do Rio de Janeiro está apresentando uma tendência de valorização nos bairros que oferecem contato com a natureza e proximidade a cartões postais, tornando-os muito atraentes para os compradores.

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