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Tombo de 11%: o que explica a maior queda diária da Embraer em 4 anos

Tombo de 11%: o que explica a maior queda diária da Embraer em 4 anos

As ações da Embraer fecharam a quinta-feira, 12, no menor preço em quase oito meses, atingindo R$ 74,62. A queda na sessão de ontem foi de 11%, a maior em quatro anos, desde março de 2022, quando uma guerra também havia começado: a da Rússia contra a Ucrânia.

A queda na Embraer foi influenciada pela aversão ao risco global, que também afetou o Ibovespa. A situação econômica global e as incertezas políticas podem ter contribuído para a queda das ações da empresa.

É importante notar que a Embraer é uma empresa que opera em um setor sensível às condições econômicas globais, como a aviação comercial. A demanda por aeronaves pode ser afetada por fatores como a economia global, a política e a segurança.

Alguns dos fatores que podem ter contribuído para a queda das ações da Embraer incluem:

  • A aversão ao risco global, que pode ter levado os investidores a buscar ativos mais seguros;
  • A incerteza política e econômica, que pode ter afetado a confiança dos investidores;
  • A competição no setor de aviação comercial, que pode ter pressionado os preços das ações da Embraer.

Em resumo, a queda de 11% das ações da Embraer em um dia foi a maior em quatro anos e pode ter sido influenciada por uma combinação de fatores, incluindo a aversão ao risco global, a incerteza política e econômica e a competição no setor de aviação comercial.

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