Resumo do Mercado de Taxas de DI no Brasil
No dia de agenda esvaziada, as taxas dos DIs de curto prazo fecharam praticamente estáveis, enquanto as taxas longas tiveram leves altas. Isso ocorreu em uma sessão sem gatilhos que definissem movimentos mais intensos, enquanto no exterior os rendimentos dos Treasuries avançavam.
Entre os vencimentos longos, o contrato para janeiro de 2035 teve uma taxa de 13,76%, em alta de 3 pontos-base ante 13,734%. No exterior, os investidores seguiram operando em meio às preocupações com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e sob a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve nos próximos meses.
Os comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriram algum alívio para os mercados globais, mas um novo fator de pressão atuou sobre os preços: sinais de risco crescente entre alguns bancos regionais norte-americanos. Apesar do noticiário externo, não surgiu um gatilho forte o suficiente para provocar movimentações firmes no Brasil.
Principais Pontos do Mercado
- As taxas longas de DI fecharam com leves altas no Brasil.
- O contrato para janeiro de 2035 teve uma taxa de 13,76%, em alta de 3 pontos-base.
- Os rendimentos dos Treasuries avançaram, com o rendimento do Treasury de dez anos subindo 3 pontos-base, a 4,007%.
- A curva brasileira precificava em 99% a probabilidade de manutenção da taxa básica Selic em 15% ao ano na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Em resumo, o mercado de taxas de DI no Brasil apresentou leves altas nas taxas longas, influenciadas pelos movimentos externos, mas sem um gatilho forte o suficiente para provocar movimentações firmes. A política fiscal brasileira segue inspirando cautela, e a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve nos próximos meses continua a influenciar os mercados globais.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link