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Stuhlberger: Seja Lula ou Flávio, novo presidente fará pouco para cortar o déficit

Stuhlberger: O Desafio do Déficit Fiscal no Brasil

O Brasil enfrenta um desafio significativo em relação ao déficit fiscal, e segundo Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde e CIO e CEO na Asset Management, a vitória de qualquer um dos principais candidatos à eleição presidencial de 2026 não trará melhorias significativas nesse aspecto. Stuhlberger expressou sua visão crítica sobre o futuro do país, destacando que o problema fiscal é maior do que o que o próximo governante estará disposto a encarar.

De acordo com Stuhlberger, o Brasil já está gastando R$ 500 bilhões acima do teto de gastos em 2026, e para voltar ao teto, seria necessário um ajuste fiscal de cerca de 3,5% a 4% do PIB, o que é considerado inviável. Ele também destacou que apenas o presidente Michel Temer enfrentou o déficit de forma eficaz, enquanto outros presidentes, como Fernando Henrique Cardoso e Jair Bolsonaro, não conseguiram alcançar o equilíbrio das contas públicas.

Causas do Déficit Fiscal

Stuhlberger atribui a responsabilidade pelo déficit fiscal a ambos os lados da disputa presidencial de 2026. Ele afirma que a situação atual não é apenas resultado das ações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, mas também dos últimos dois anos do governo de Jair Bolsonaro, que começou bem, mas terminou de forma populista.

Além disso, o gestor do Fundo Verde destaca que a dívida pública brasileira cresceu para cerca de 78,7% a 79% do PIB em 2025, e o Governo Central fechou o ano com déficit primário de R$ 61,7 bilhões. Para 2026, o Governo Federal reajustou a previsão de déficit primário para R$ 59,8 bilhões.

É importante notar que o banco central desempenha um papel fundamental na gestão da economia e na regulação do sistema financeiro, e sua atuação pode influenciar a situação fiscal do país.

  • O déficit fiscal é um desafio significativo para o Brasil.
  • A vitória de qualquer um dos principais candidatos à eleição presidencial de 2026 não trará melhorias significativas nesse aspecto.
  • A dívida pública brasileira cresceu para cerca de 78,7% a 79% do PIB em 2025.

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