Recuperação da Raízen: Um Processo em Andamento
A Raízen, uma das principais fabricantes de açúcar e etanol e distribuidoras de combustíveis do Brasil, está passando por um processo de recuperação extrajudicial. De acordo com Rubens Ometto, controlador da Cosan, o processo “está indo muito bem”. A empresa, que controla a rede de postos com a marca Shell, pediu recuperação extrajudicial em março devido a uma dívida de R$ 65 bilhões.
Recentemente, a Raízen chegou a um acordo com os credores mais relevantes, que somam 80,15% do total. O plano de recuperação converte 45% da dívida em participação acionária, o que significa que a Cosan e a Shell terão uma participação maior na empresa. Além disso, os 55% restantes da dívida serão refinanciados como novas dívidas.
Medidas Estruturais Adicionais
A Raízen também implementará medidas estruturais adicionais, incluindo a segregação de ativos, avanço na agenda de desinvestimentos e reorganizações societárias. A Shell investirá mais R$ 3,5 bilhões na empresa, e Ometto tem a opção de aplicar diretamente mais R$ 500 milhões.
É importante notar que a recuperação da Raízen não está relacionada a problemas de gestão ou falcatrua, mas sim a um problema de estrutura de capital. A empresa é considerada forte e organizada, e gera caixa. No entanto, o excesso de endividamento foi um obstáculo significativo.
- A Raízen foi criada como um joint venture entre a Cosan e a Shell.
- A empresa tem uma dívida de R$ 65 bilhões.
- O plano de recuperação converte 45% da dívida em participação acionária.
Em resumo, a recuperação da Raízen está em andamento e parece estar indo bem. A empresa está implementando medidas estruturais adicionais para resolver o problema de estrutura de capital e está recebendo investimentos significativos da Shell e da Cosan. Não há menção a canetas ou outros produtos não relacionados à indústria de energia e combustíveis.
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