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Ouro fecha em alta de 2% e retoma patamar de US$ 5 mil, com dólar fraco e tensões

O Ouro e as Tensões Geopolíticas

O ouro fechou em alta robusta, retomando o patamar acima de US$ 5 mil por onça-troy, impulsionado por um dólar fraco e a persistência das tensões geopolíticas. Isso ocorre às vésperas da divulgação de importantes indicadores econômicos dos EUA, como o payroll e o indicador de inflação ao consumidor (CPI), que podem influenciar as apostas para a política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 2%, a US$ 5079,40 por onça-troy. Já a prata para março subiu quase 7%, a US$ 82,234 por onça-troy. Esses movimentos refletem a busca por ativos de segurança diante das incertezas econômicas e geopolíticas.

  • Investidores aguardam dados econômicos e de inflação importantes dos EUA para ter mais pistas sobre o rumo dos cortes nas taxas de juros, o que beneficia o metal precioso.
  • As incertezas se mantêm sobre a relação entre EUA e Teerã, após novas ameaças, o que pode impactar os mercados.
  • A falta de novos catalisadores pode limitar a alta do metal, apesar do impulso do dólar fraco e das compras contínuas dos bancos centrais.

Em análise, o MUFG destaca que investidores buscam mais pistas sobre o rumo dos cortes nas taxas de juros, o que beneficia o ouro. Já o ANZ Research pontua que os investidores reafirmaram suas perspectivas otimistas de longo prazo para o ouro. No entanto, a Pepperstone alerta que a falta de novos catalisadores pode limitar a alta do metal.

Diante desse cenário, é importante acompanhar os desenvolvimentos econômicos e geopolíticos para entender melhor as tendências do ouro e outros ativos. A relação entre os EUA e Teerã, bem como as decisões do Federal Reserve, podem ter um impacto significativo nos mercados.

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