Desigualdade Salarial entre Gêneros
De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as mulheres recebem, em média, 21,3% a menos que os homens em empresas privadas com 100 ou mais empregados. Essa desigualdade salarial aumentou em comparação com 2023, quando era de 20,7%. Além disso, considerando o salário mediano de contratação, as mulheres ganham 14,3% a menos do que os homens, também uma alta na comparação com 2023.
O número de mulheres empregadas aumentou 11% entre 2023 e 2025, de 7,2 milhões para 8 milhões, o equivalente a 41,4% do mercado total. No entanto, a massa de rendimentos feminina representa apenas 35,2% do total, uma alta frente aos 33,7% de 2023. Para que os rendimentos chegassem a 41,4% do total, em linha com a participação feminina no mercado de trabalho, seria necessário um acréscimo de R$ 95,5 bilhões nos rendimentos.
- A proporção de empresas que afirmam promover mulheres aumentou de 38,8% para 48,7%.
- As ações de contratação de mulheres com deficiência, LGBTQIA+ e chefes de família permaneceram relativamente estáveis.
- O total de mulheres negras empregadas aumentou 29% entre 2023 e 2026, de 3,2 milhões para 4,2 milhões.
Esses dados destacam a necessidade de políticas e ações que visem reduzir a desigualdade salarial entre gêneros e promover a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. A inclusão de mulheres em cargos de liderança e a valorização de suas contribuições são fundamentais para alcançar a igualdade de gênero.
Além disso, é importante destacar que a diversidade e a inclusão no local de trabalho são fundamentais para o sucesso das empresas. A contratação de mulheres com deficiência, LGBTQIA+ e chefes de família pode trazer benefícios para as empresas, como a aumento da criatividade e da inovação.
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