Ministro da Fazenda Critica Rondônia por Não Aderir à Redução do ICMS
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, expressou sua crítica à decisão do governo de Rondônia de não aderir à proposta do governo federal de reduzir o ICMS sobre o diesel. Essa medida temporária visa conter a alta dos combustíveis no Brasil, que foi provocada pela guerra no Oriente Médio.
Segundo Durigan, a recusa de Rondônia tem motivação política e não técnica, uma vez que a maioria dos estados, inclusive governados por opositores, aceitou a proposta para amenizar o impacto do aumento dos preços sobre a população.
- Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível.
- Governo propõe subsídio de R$ 1,20 ao diesel após impasse do ICMS.
- Durigan diz ter medidas alternativas se ICMS do diesel não avançar.
Durigan destacou que a decisão do governo de Rondônia é “estritamente política” e que, se fossem razões técnicas, os outros 26 estados também apontariam essa questão. Ele ressaltou que Rondônia, por depender fortemente do transporte rodoviário, tende a sentir mais intensamente os efeitos da alta dos combustíveis e, por isso, a não adesão prejudica o próprio estado.
O ministro também mencionou que estados com governadores de oposição aderiram à proposta porque sentiram a demanda, e que é “lamentável” que o governo de Rondônia não tenha feito o mesmo por razões políticas. Durigan afirmou que levará o caso ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para eventual avaliação de medidas alternativas em benefício da população local.
Com essa decisão, Rondônia se torna um dos poucos estados que não aderiram à proposta do governo federal, o que pode ter impactos significativos na economia local. O ministro da Fazenda está trabalhando para encontrar soluções que beneficiem a população e minimizem os efeitos da alta dos combustíveis.
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