Minidólar (WDOH26): Análise Técnica e Perspectivas
O minidólar (WDOH26) fechou a última sessão com uma leve baixa de 0,12%, aos 5.210 pontos, mantendo o viés negativo no curto prazo. A sessão foi influenciada pela divulgação do IPCA de janeiro e por um ambiente externo menos favorável às moedas emergentes.
No cenário doméstico, o câmbio também reagiu às declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que criticou o nível elevado dos juros reais e reacendeu o debate fiscal. Apesar disso, o diferencial de juros entre Brasil e EUA segue como fator de atração de capital e limitou movimentos mais intensos do dólar.
Análise Gráfica
No gráfico de 15 minutos, o minidólar fechou em baixa, mas ainda acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que indica alguma tentativa de sustentação após as quedas recentes. Para que o ativo retome um movimento de alta, será essencial a entrada consistente de volume comprador, capaz de romper a resistência em 5.218,5/5.232,5 pontos.
No gráfico diário, o minidólar voltou a fechar no negativo, permanecendo abaixo das médias móveis, o que reforça a leitura de continuidade do movimento corretivo. Para retomar a alta, será necessário superar 5.233,5/5.278,5 pontos, abrindo espaço para 5.314/5.370 pontos.
Perspectivas e Estratégias
Para os traders de dólar, a sessão foi de baixa direcionalidade e oscilações curtas, exigindo atenção às manchetes, aos dados macroeconômicos e ao fluxo intradiário. A perda do suporte em 5.202/5.195 pontos tende a reacender o fluxo vendedor, enquanto a superação da resistência em 5.233,5/5.257 pontos pode abrir espaço para um movimento de alta.
É importante estar atento às seguintes zonas de suporte e resistência:
- 5.202/5.195 pontos (suporte)
- 5.218,5/5.232,5 pontos (resistência)
- 5.233,5/5.278,5 pontos (resistência)
Além disso, é fundamental monitorar os dados macroeconômicos e as notícias que possam influenciar o mercado, como o IPCA e as declarações do ministro da Fazenda.
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