Resumo do Caso
O advogado-geral da União, Jorge Messias, negou categoricamente que a Advocacia Geral da União (AGU) tenha deixado de fora manifestações contra sindicatos ligados ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante sua gestão.
Essa declaração foi feita durante uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde Messias está sendo avaliado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A afirmação veio como resposta a uma crítica do senador Flávio Bolsonaro, que alegou que a AGU não teria se manifestado sobre os sindicatos ligados a Lulinha.
Posição de Messias
Messias afirmou que a AGU cumpriu seu papel de forma técnica e republicana, apresentando três lotes de ações contra os sindicatos e seus dirigentes. Ele também destacou que todos os prejudicados pelas fraudes já foram ressarcidos, com mais de R$ 2,33 bilhões em valores e bens bloqueados e mais de 4,5 milhões de aposentados e pensionistas tendo recebido de volta os valores descontados, integralmente corrigidos.
A previsão é que as votações de Messias na CCJ do Senado e no plenário sejam realizadas ainda nesta quarta-feira, o que pode definir o futuro de sua indicação ao STF.
Principais Pontos
- Messias negou que a AGU tenha excluído manifestações contra sindicatos ligados a Lulinha.
- A AGU apresentou três lotes de ações contra os sindicatos e seus dirigentes.
- Todos os prejudicados pelas fraudes já foram ressarcidos, com mais de R$ 2,33 bilhões em valores e bens bloqueados.
Esses pontos destacam a posição de Messias e a atuação da AGU durante sua gestão, buscando esclarecer as críticas feitas por Flávio Bolsonaro e demonstrar a eficácia das ações tomadas.
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