Mercado eleva previsão da inflação para 4,17% este ano
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,1% para 4,17% em 2026, de acordo com o boletim Focus do Banco Central (BC). Essa elevação ocorre em meio às tensões no Oriente Médio e ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.
A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Isso significa que o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. A inflação oficial de fevereiro fechou em 0,7%, uma aceleração diante do registrado em janeiro, 0,33%.
Previsões para os próximos anos
Para 2027, a projeção da inflação se mantém em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,52% e 3,5%, respectivamente. Além disso, a previsão para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,83% para 1,84%.
Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 14,75% ao ano. A expectativa é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano em 2027 e 10% ao ano em 2028.
- A previsão da inflação para 2026 foi elevada para 4,17%.
- A meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.
- A Taxa Selic foi reduzida para 14,75% ao ano.
O banco central desempenha um papel fundamental na regulação da economia, e suas decisões sobre a taxa de juros têm impacto direto na inflação e no crescimento econômico.
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