Marília Descarta Candidatura ao Governo de Minas Gerais e Critica Estratégia do PT
A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, do Partido dos Trabalhadores (PT), afirmou que a possibilidade de concorrer ao governo de Minas Gerais é considerada “página virada”. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Marília também criticou a longa duração do período concedido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o senador Rodrigo Pacheco decidisse se concorreria ao comando do Executivo ou não.
Marília defendeu a construção de uma “frente ampla” e disse que caberá ao comando do PT decidir qual será o candidato mais viável. Internamente, os nomes dos deputados federais Reginaldo Lopes e Rogério Correia são considerados, além das hipóteses de composição com Gabriel Azevedo e o ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior.
Criticas à Estratégia do PT
Marília criticou a estratégia do PT de ter um candidato próprio e defendeu a construção de uma “frente ampla”. Ela também questionou o tempo prolongado dado por Lula e pelo PT ao senador Rodrigo Pacheco para que ele pudesse decidir se concorreria ou não.
Algumas das principais considerações de Marília incluem:
- A necessidade de uma “frente ampla” para conquistar o governo de Minas Gerais;
- A importância de definir um candidato viável para o PT;
- A crítica à estratégia do PT de ter um candidato próprio;
- A dúvida sobre as razões da longa duração do período concedido a Pacheco para decidir sua candidatura.
Com essas declarações, Marília deixa claro que a possibilidade de concorrer ao governo de Minas Gerais está descartada e que o foco agora é encontrar um candidato viável para o PT.
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