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Justiça do Rio determina nova prisão de Oruam após STJ revogar liminar

Justiça do Rio determina nova prisão de Oruam após STJ revogar liminar

A Justiça do Rio de Janeiro determinou a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como “Oruam”, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar a liminar que o mantinha em liberdade. A medida foi tomada pela 3ª Vara Criminal da Comarca da Capital.

Oruam é investigado por tentativa de homicídio qualificado e estava em liberdade por meio de uma liminar concedida pelo STJ, que atendeu a um pedido de habeas corpus. No entanto, a juíza Tula Corrêa de Mello determinou a prisão preventiva devido ao descumprimento das medidas cautelares impostas em alternativa à prisão.

As medidas cautelares incluíam a proibição de circular durante a noite, entrar em áreas de risco, se comunicar com outros investigados e o uso de tornozeleira eletrônica. No entanto, os relatórios da Coordenação de Monitoração Eletrônica da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP-RJ) apontaram que o artista descumpriu o recolhimento domiciliar noturno por diversas vezes e esteve longos períodos com a tornozeleira desligada, totalizando 22 incidentes entre outubro e novembro de 2025.

Oruam responde por tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, ambos da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. O caso ocorreu em 22 de julho de 2025, durante uma operação de busca e apreensão da Polícia Civil para apreender um menor de idade acusado de tráfico de drogas e crimes patrimoniais.

  • Outras sete pessoas, incluindo Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais e Victor Hugo Vieira dos Santos, também são réus no processo.
  • A Jovem Pan tenta localizar a defesa de Oruam sobre a nova prisão.
  • O espaço está aberto para manifestação.

A prisão preventiva de Oruam é um exemplo de como a justiça pode agir rapidamente para garantir a segurança pública e a aplicação da lei. A decisão da juíza Tula Corrêa de Mello demonstra que a justiça não tolerará o descumprimento das medidas cautelares e que os réus devem ser responsabilizados por seus atos.

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