Revisão do Setor de Construção no Brasil pelo JPMorgan
O JPMorgan atualizou suas estimativas para o setor de construção no Brasil, recomendando que os investidores permaneçam posicionados em ações de baixo múltiplo P/L, como Cyrela, Eztec e Tenda, todas com recomendação de compra. Além disso, o banco elevou a recomendação da MRV de neutra para compra.
Segundo o JPMorgan, esses papéis negociam abaixo de 6,0 vezes o lucro estimado para 2026 e devem apresentar desempenho superior no próximo ano, com potencial de valorização de cerca de 40% a 60%. Isso é apoiado por ventos macroeconômicos favoráveis, incluindo a redução da taxa Selic e a possível mudança de governo nas eleições presidenciais de outubro.
Preferências do JPMorgan
A ordem de preferência do JPMorgan no setor é:
- Tenda (TEND3)
- Cyrela (CYRE3)
- MRV (MRVE3)
- Eztec (EZTC3)
- Cury (CURY3)
- Direcional (DIRR3)
Essas empresas são vistas como as principais opções para investidores que buscam aproveitar o ciclo de queda de juros e a possível mudança de governo em 2026.
Análise das Empresas
A Tenda é a principal escolha do JPMorgan no setor, com recomendação de compra e potencial de alta de 64% até o preço-alvo de dezembro de 2026. A MRV também teve sua recomendação elevada de neutra para compra, com preço-alvo passando de R$ 10,50 para R$ 12.
A Cyrela é vista como a melhor opção para capturar o ciclo de queda de juros e uma eventual mudança de governo em 2026, dada sua exposição aos segmentos de média e alta renda e execução considerada premium.
A Eztec tem recomendação de compra e preço-alvo de R$ 20, sustentada por potencial de valorização de 41% e pela avaliação descontada.
A Direcional e a Cury têm recomendação neutra, devido à avaliação mais elevada em relação aos pares e ao potencial de alta limitado.
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