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Ibovespa renova máximas, mas queda de Petrobras adia marca inédita dos 200 mil pontos

Resumo do Desempenho do Ibovespa

O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, renovou recordes nesta terça-feira, alcançando uma máxima de 199.354,81 pontos durante o pregão. No entanto, a queda do petróleo devido às perspectivas de alívio no conflito no Oriente Médio reverberou nos papéis da Petrobras (PETR4), adiando o rompimento da marca inédita dos 200 mil pontos.

O índice avançou 0,33% e fechou em 198.657 pontos, uma nova máxima de fechamento. A mínima do dia foi de 198.001,48 pontos. A queda do petróleo WTI para maio foi de 7,87%, fechando em US$ 91,28 o barril, enquanto o Brent para junho recuou 4,6%, fechando em US$ 94,79 o barril.

Análise do Mercado

De acordo com Thiago Pedroso, responsável pela área de renda variável da Criteria, “a geopolítica continua mandando no mercado, mas a leitura mudou rápido de novo”. Ele acrescentou que “o bloqueio naval americano ainda está em vigor, só que o mercado preferiu olhar para a possibilidade de uma segunda rodada de negociações entre Washington e Teerã”.

A leitura dominante do mercado parece ser que o conflito continua perigoso, mas ainda há espaço para acomodação se a diplomacia sobreviver mais alguns dias. As equipes de negociação de EUA e Irã podem retornar a Islamabad no final desta semana, após um impasse no último fim de semana nas conversas.

  • O Ibovespa renovou recordes, alcançando uma máxima de 199.354,81 pontos.
  • A queda do petróleo adiou o rompimento da marca inédita dos 200 mil pontos.
  • O índice avançou 0,33% e fechou em 198.657 pontos, uma nova máxima de fechamento.

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