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Ibovespa pode chegar a 192 mil pontos em 2026, projeta BBI; veja ações preferidas

Previsão do Ibovespa para 2026

O Bradesco BBI projeta que o Ibovespa pode chegar a 192 mil pontos ao fim de 2026, representando uma alta potencial de 21,7% em relação ao fechamento da última quarta-feira. Essa previsão se baseia em vários fatores, incluindo a combinação entre valuation atrativo, geração consistente de caixa pelas empresas e perspectiva de melhora gradual nas condições financeiras.

Um dos principais pilares dessa previsão é a saúde financeira das empresas listadas. Apesar do ambiente desafiador de juros elevados, os resultados corporativos têm vindo, em média, dentro ou ligeiramente acima das expectativas. Além disso, o endividamento segue controlado e a desaceleração do crescimento dos lucros ocorre de forma ordenada, reduzindo riscos mais agudos para o mercado.

Cenários Alternativos

Além do cenário-base, o Bradesco BBI também apresenta três cenários alternativos para o Ibovespa em 2026. No cenário mais favorável, com um ajuste fiscal mais robusto, a taxa de desconto cairia de forma relevante, permitindo uma reprecificação do mercado e levando o Ibovespa a níveis significativamente mais elevados ao fim de 2026, aos 241 mil pontos.

No cenário intermediário, com ajuste fiscal limitado, a taxa de desconto permaneceria próxima aos níveis atuais, o que implicaria uma valorização mais contida do índice, atingindo 158 mil pontos. Já no cenário mais adverso, marcado pela ausência de ajuste fiscal e deterioração das contas públicas, o aumento da percepção de risco elevaria a taxa de desconto e poderia levar o Ibovespa a 103 mil pontos.

Foco em Ações de Empresas de Qualidade

Diante desse ambiente, a estratégia recomendada pelo BBI privilegia a seleção de ações, com foco em empresas de qualidade, boa geração de caixa e capacidade de remuneração aos acionistas. Papéis com perfil mais defensivo, como os dos setores financeiro, utilities e telecomunicações, continuam sendo a base de uma alocação mais equilibrada, sobretudo para investidores que buscam renda recorrente via dividendos.

Além disso, a perspectiva de queda de juros abre espaço para aumentar gradualmente o risco da carteira, com exposição a small caps e a setores mais cíclicos. Empresas sensíveis à taxa de juros tendem a se beneficiar de forma mais intensa da redução do custo de capital, melhorando fluxo de caixa e rentabilidade.

  • BTG Pactual (BPAC11)
  • Auren (AURE3)
  • Eneva (ENEV3)
  • Localiza (RENT3)
  • Assaí (ASAI3)
  • Allos (ALOS3)
  • MRV (MRVE3)

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