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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa Volta a Oscilar Perto dos 188 Mil Pontos

O Ibovespa opera estável nos primeiros negócios desta segunda-feira, aos 188 mil pontos, enquanto investidores avaliam as perspectivas de um fim para o conflito no Oriente Médio. O dólar comercial cai a R$ 5,15 e os juros futuros avançam.

Com um prazo dos Estados Unidos se aproximando, os EUA e o Irã receberam o esboço de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou fazer chover “o inferno” sobre Teerã caso não seja fechado um acordo até o fim de terça-feira que permita a retomada do tráfego pela rota vital para o fornecimento global de energia.

O plano mediado pelo Paquistão surgiu de contatos intensos e propõe um cessar-fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído em 15 a 20 dias. No entanto, o Irã rejeitou o plano, afirmando que não aceitará prazos ou pressão para um acordo.

Na cena nacional, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, palestra na abertura de evento promovido pelo Centro de Estudos Monetários da FGV/Ibre, no Rio de Janeiro, às 14h. O setor de serviços do Brasil praticamente estagnou em março, com a guerra no Oriente Médio entre os fatores inflacionários, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta segunda-feira.

Principais Notícias

  • Ibovespa opera estável nos primeiros negócios desta segunda-feira, aos 188 mil pontos.
  • Dólar comercial cai a R$ 5,15 e os juros futuros avançam.
  • EUA e Irã avaliam plano de paz à medida que alerta de “inferno” de Trump se aproxima do prazo final.
  • Setor de serviços do Brasil fica estagnado em março com alta da pressão de preços, mostra PMI.
  • Irã rejeita cessar-fogo de 45 dias e EUA dizem que plano é apenas “uma das ideias”.

Os investidores continuam a acompanhar os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que já dura seis semanas, e as negociações para um possível cessar-fogo. O cenário segue marcado por elevada incerteza e risco de escalada, com o presidente dos EUA, Donald Trump, elevando o tom ao ameaçar novos ataques à infraestrutura energética iraniana a partir de terça-feira.

No Brasil, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, é um dos principais nomes a serem acompanhados, especialmente após a decisão do BC de manter a taxa de juros em 12,50% no último ciclo de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Além disso, o setor de serviços do Brasil está sob pressão, com a guerra no Oriente Médio entre os fatores inflacionários, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta segunda-feira.

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