Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai e tenta sustentar os 163 mil pontos
O Ibovespa opera perto com viés de queda nos primeiros negócios desta segunda-feira, aos 162,9 mil pontos, acompanhando o desempenho negativo em Nova York, devido a preocupações renovadas sobre a independência do Federal Reserve (Fed) depois que o presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, disse que o governo o ameaçou com uma acusação criminal por causa da reforma na sede da entidade.
Caem as ações de Petrobras (PETR4) e grandes bancos, enquanto Vale (VALE3) avança. O dólar comercial virou para alta e chega agora a R$ 5,38. A mais recente investida das autoridades do governo de Donald Trump foi revelada no final do domingo por Powell, que disse que o Fed havia recebido intimações do Departamento de Justiça na semana passada referentes a comentários que ele fez ao Congresso ano passado sobre os custos excedentes de um projeto de reforma de um prédio de US$ 2,5 bilhões no complexo da sede do Fed em Washington.
Os juros futuros dos EUA incorporaram cerca de três pontos-base adicionais em cortes nos custos de empréstimos para este ano — um movimento pequeno, mas que indica o risco de o Fed ser pressionado a agir de forma mais agressiva. Na cena nacional, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tem reunião à tarde com o presidente do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo, entre outros.
Além disso, o mercado acompanha as notícias sobre a investigação contra o presidente do Fed, Jerome Powell, e as implicações para a política monetária nos EUA. O mercado também está atento às negociações comerciais entre a União Europeia e a Índia, que podem ter um impacto significativo no comércio global.
Em resumo, o Ibovespa está operando em baixa, com o dólar comercial em alta, e o mercado está atento às notícias sobre a investigação contra o presidente do Fed e as negociações comerciais entre a União Europeia e a Índia.
- Ibovespa: 162,9 mil pontos
- Dólar comercial: R$ 5,38
- Petrobras (PETR4): em baixa
- Vale (VALE3): em alta
- Juros futuros dos EUA: com cortes nos custos de empréstimos
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