Ibovespa Futuro sobe com votação do Orçamento de 2026 e política monetária no radar
O Ibovespa Futuro opera em alta nesta sexta-feira, com a política monetária no radar dos mercados externos, enquanto na cena nacional as atenções recaem sobre a votação do Orçamento de 2026.
Às 9h04, o contrato com vencimento em dezembro subia 0,19%, aos 161.700 pontos. O Congresso tem sessão marcada para análise do Orçamento de 2026 às 12h, depois de ter sido adiada na quinta-feira.
Antes de ir ao Plenário, o projeto da Lei Orçamentária Anual precisa passar pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), que tem reunião marcada para as 9h.
Decisões de política monetária no exterior
No exterior, investidores avaliam a decisão do Banco do Japão de elevar a taxa de juros para níveis nunca vistos em três décadas, sinalizando sua disposição para novos aumentos.
Os índices futuros dos EUA sobem juntos, com o Dow Jones Futuro caía 0,02%, o S&P Futuro tinha valorização de 0,19% e o Nasdaq Futuro avançava 0,33%.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, com destaque para o avanço das ações japonesas após o Banco do Japão elevar a taxa básica de juros para o nível mais alto em décadas.
Outros mercados
Na B3, o contrato de dólar com primeiro vencimento recuava 0,10%, a R$ 5,531.
Os preços do petróleo operam em baixa, caminhando para a segunda queda semanal consecutiva, com as preocupações sobre um excesso de oferta crescente superando as potenciais interrupções no fornecimento.
As cotações do minério de ferro na China encerraram a semana em alta, sustentadas pela expectativa de que as siderúrgicas da China acelerem o reabastecimento de matéria-prima antes do feriado do Ano Novo Lunar, em fevereiro.
Os mercados europeus operam mistos, à medida que investidores analisam uma série de decisões sobre juros e aguardam as negociações orçamentárias cruciais na França.
- O Banco Central Europeu revisou para cima suas projeções de crescimento para a zona do euro.
- A autoridade monetária agora estima expansão econômica de até 1,4% em 2025 e de 1,2% em 2026.
- Os bancos centrais da região divulgaram suas decisões de política monetária, com exceção do banco central britânico, que cortou a taxa básica de juros em 25 pontos-base.
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