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Futuros de NY abrem em queda com ataque do Irã a Israel e pressão sobre ações tech

Futuros de NY Abrem em Queda com Aumento da Tensão Geopolítica

Os futuros dos índices de Nova York abriram em queda na noite de domingo, em um início de semana marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais. A piora no humor dos investidores ocorre após relatos de que o Irã disparou mísseis contra Israel, reacendendo temores sobre a estabilidade geopolítica no Oriente Médio e pressionando o preço do petróleo.

Às 20h, o Dow Jones Futuro caía 0,36%, enquanto o S&P 500 Futuro recuava 0,30% e o Nasdaq Futuro cedia 0,23%. O movimento dá sequência ao tom negativo visto em Wall Street na sexta-feira, quando as ações de tecnologia lideraram uma forte realização de lucros.

Impacto do Ataque do Irã a Israel

O ataque do Irã a Israel aumentou a cautela nos mercados, com o petróleo voltando a disparar. Segundo a Bloomberg, o petróleo subia 2,57%, a US$ 92,87, enquanto o Brent avançava 2,72%, a US$ 95,62. A alta ocorre apesar da decisão da Opep+ de ampliar novamente suas metas de produção.

A tensão geopolítica ampliou a busca por proteção e reforçou a pressão sobre ativos de risco. No entanto, os ganhos do petróleo foram parcialmente moderados após relatos citarem o presidente Donald Trump dizendo que os ataques não devem afetar os esforços para alcançar um acordo de paz.

Wall Street Vem de Forte Queda Puxada por Tecnologia

Na sexta-feira, os principais índices americanos encerraram o pregão em forte baixa. O Nasdaq Composite caiu 4,18%, enquanto o S&P 500 recuou 2,64%. O Dow Jones perdeu 695 pontos, um dia depois de atingir uma nova máxima.

A realização interrompeu uma sequência positiva importante em Wall Street e levantou dúvidas sobre a força da alta recente, especialmente em ações ligadas à inteligência artificial. O rali do setor vinha sustentando os mercados desde as mínimas de março, mas a combinação de valuations elevados, juros pressionados e incerteza geopolítica passou a pesar sobre o apetite por risco.

  • O petróleo abriu a semana em forte alta, refletindo a piora do risco geopolítico no Oriente Médio.
  • A tensão geopolítica ampliou a busca por proteção e reforçou a pressão sobre ativos de risco.
  • A próxima reunião do Fed está marcada para os dias 16 e 17 de junho, e os investidores devem acompanhar de perto qualquer sinalização sobre juros, inflação e atividade econômica.

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