FIIs de até R$ 30 bilhões: qual tipo de fundo o Santander vê espaço para crescer?
Os fundos imobiliários híbridos devem assumir um papel cada vez mais importante na indústria de FIIs nos próximos anos, de acordo com Flávio Pires, analista de fundos imobiliários do Santander. Essa avaliação se baseia na vantagem competitiva que os mandatos mais amplos oferecem em relação aos veículos especializados em um único segmento.
Segundo Pires, a possibilidade de investir em diferentes classes de ativos imobiliários permite que esses fundos naveguem com maior facilidade pelos diversos ciclos econômicos, aproveitando oportunidades onde elas surgem. Isso significa que um mesmo fundo pode reunir, por exemplo, galpões logísticos, imóveis corporativos, lojas de varejo, shopping centers e outros ativos imobiliários, sem ficar restrito a uma única tese de investimento.
Essa flexibilidade também favorece o crescimento dos patrimônios, permitindo que os fundos híbridos alcancem patrimônios de R$ 15 bilhões, R$ 20 bilhões ou até R$ 30 bilhões, com portfólios de 500 ou 600 ativos. Além disso, os investidores podem construir uma carteira diversificada, com exposições específicas a determinados segmentos.
- Fundos híbridos: oferecem flexibilidade e diversificação, permitindo investir em diferentes classes de ativos imobiliários.
- Fundos temáticos: continuarão tendo espaço, especialmente para investidores que desejam uma exposição específica a determinados segmentos.
- Crescimento dos patrimônios: os fundos híbridos tendem a surgir com patrimônios de R$ 15 bilhões, R$ 20 bilhões ou até R$ 30 bilhões.
Em resumo, os fundos imobiliários híbridos devem assumir um papel importante na indústria de FIIs, oferecendo flexibilidade e diversificação para os investidores. Além disso, os fundos temáticos continuarão tendo espaço, especialmente para investidores que desejam uma exposição específica a determinados segmentos.
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