Ex-presidente do Rioprevidência é Preso em Investigação Relacionada ao Banco Master
O ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi preso em uma ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. A prisão ocorre após Antunes ter deixado o comando do Rioprevidência, pouco mais de uma semana após sua renúncia.
A investigação tem como foco investimentos realizados no Banco Master, que são considerados de alto risco e não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Segundo a Polícia Federal, durante a gestão de Antunes e de outros dois ex-diretores, o Rioprevidência aplicou quase R$ 1 bilhão em letras financeiras emitidas pelo Banco Master.
Investigações e Desdobramentos
As investigações apontam que as aplicações colocaram em risco os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores públicos estaduais. Em outubro de 2025, o TCE-RJ proibiu o Rioprevidência de realizar novos investimentos em títulos administrados pelo banco e alertou formalmente para o risco de gestão irresponsável dos recursos previdenciários.
As apurações seguem em curso, e a Polícia Federal ainda não divulgou detalhes sobre eventuais novas prisões ou desdobramentos do inquérito. A prisão de Antunes é um desdobramento importante da investigação, que busca esclarecer as suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção no fundo previdenciário dos servidores do Estado do Rio de Janeiro.
- Investimentos de alto risco: O Rioprevidência aplicou quase R$ 1 bilhão em letras financeiras emitidas pelo Banco Master, consideradas de alto risco e sem cobertura do FGC.
- Risco para servidores públicos: As aplicações colocaram em risco os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores públicos estaduais.
- Investigação em curso: As apurações seguem em curso, e a Polícia Federal ainda não divulgou detalhes sobre eventuais novas prisões ou desdobramentos do inquérito.
A prisão de Antunes é um passo importante para esclarecer as suspeitas de irregularidades no Rioprevidência e garantir a segurança dos recursos previdenciários dos servidores públicos estaduais.
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