Resumo do Mercado Financeiro
O dólar comercial fechou em R$ 5,073, o menor nível em um mês, influenciado pela alta do petróleo e pelos juros altos no Brasil. A bolsa de valores encerrou estável, com leve queda de 0,03%, aos 173.325,65 pontos.
O petróleo avançou pela terceira sessão consecutiva, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio, e favoreceu moedas de países exportadores do produto, como o Brasil. O real teve o segundo melhor desempenho entre moedas emergentes no dia, atrás apenas do peso colombiano.
Principais Números
- Dólar à vista: -0,31%, a R$ 5,073 (menor fechamento desde 15 de junho)
- Acumulado do dólar: -0,73% na semana, -1,73% no mês e -7,57% no ano
- Ibovespa: -0,03%, aos 173.325,65 pontos
- Petróleo Brent (setembro): +2%, a US$ 91,01 o barril
- Petróleo WTI (setembro): +2,25%, a US$ 84,34 o barril
O mercado de câmbio mostrou volatilidade limitada ao longo da sessão, apesar de novas incertezas envolvendo a guerra entre Estados Unidos e Irã e do anúncio de novas tarifas americanas sobre produtos canadenses.
O Ibovespa encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, aos 173.325,65 pontos, após oscilar entre perdas e ganhos durante todo o pregão. As ações da Petrobras, as mais negociadas, acompanharam a valorização do petróleo e ajudaram a limitar as perdas do índice.
Os contratos internacionais do petróleo fecharam em forte alta diante da persistência dos riscos à oferta global provocados pelo conflito no Oriente Médio. O Brent, referência para a Petrobras, avançou 2%, para US$ 91,01 o barril.
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