Democrata diz que Senado não votará saída dos EUA da Otan
O líder da bancada democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schumer, afirmou que a Casa não colocará em votação uma eventual saída dos EUA da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Isso ocorre após declarações do presidente Donald Trump sugerindo que pode retirar o país da aliança militar.
Schumer ressaltou que o Senado não votará para deixar a Otan e abandonar os aliados, destacando que há um freio institucional para impedir que um presidente retire os EUA da Otan de forma unilateral. Ele lembrou que uma lei aprovada em 2023 determina que qualquer decisão de saída só pode avançar com o apoio de dois terços do Senado.
A Otan também está sendo defendida de forma bipartidária pelos senadores Mitch McConnell, republicano do Kentucky, e Chris Coons, democrata de Delaware. Em nota conjunta, os dois afirmaram que “a Otan é a aliança militar mais bem-sucedida da história” e ressaltaram que seus integrantes “lutaram e morreram”, ao lado das forças americanas, no Afeganistão e no Iraque.
As declarações de Schumer e dos demais senadores ocorrem após Trump endurecer o tom contra países aliados, cobrando maior apoio no conflito com o Irã e na reabertura do Estreito de Ormuz. O presidente americano também voltou a questionar a disposição dos parceiros europeus em dividir custos e riscos.
Algumas das principais razões pelas quais o Senado não votará a saída dos EUA da Otan incluem:
- A importância da Otan como aliança militar mais bem-sucedida da história;
- A necessidade de manter a cooperação e a segurança entre os países membros;
- A existência de um freio institucional para impedir que um presidente retire os EUA da Otan de forma unilateral.
Em resumo, o Senado dos EUA não votará a saída do país da Otan, destacando a importância da aliança militar e a necessidade de manter a cooperação e a segurança entre os países membros.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link