Resumo do Desempenho da Dasa (DASA3) no 4T25
A Dasa (DASA3) registrou uma queda expressiva nas ações em sua última atualização, fechando em queda de 18,48% após o anúncio dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25). O prejuízo líquido da empresa foi de R$ 947,7 milhões, um aumento de quase 14% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Os resultados refletiram impactos relacionados à equivalência patrimonial da Rede Américas e efeitos não recorrentes associados à venda do Hospital São Domingos, que resultou em um prejuízo contábil de aproximadamente R$ 400 milhões. O Bradesco BBI destacou que a companhia de diagnósticos apresentou resultados neutros a fracos no 4T25, embora em linha com as expectativas do banco.
Análise dos Resultados
A expansão de margem da Dasa perdeu tração, com um crescimento de apenas 2,5 pontos percentuais no 4T25, após um avanço de 7,3 pontos percentuais no trimestre anterior. A receita bruta foi um ponto positivo, com avanços de 13% em Diagnósticos e 15% em Hospitais/Oncologia, ficando 2% acima do esperado.
No entanto, o Ebitda ajustado caiu 42% trimestralmente, com a margem reduzindo para 17,5%. Os destaques operacionais incluíram crescimento de 13% em receita bruta, avanço de 13% nas receitas de Diagnósticos nacionais e alta de 27% em Hospitais/Oncologia.
Visão dos Analistas
O Bradesco BBI reforçou que os números do 4T25 reforçam um trimestre de receita resiliente, mas com pressão relevante sobre margens. Já o BTG Pactual considerou os resultados da Dasa no quarto trimestre como fracos, tanto em Diagnósticos quanto na Rede Américas, e bastante impactados por ajustes sem efeito caixa.
O BTG Pactual manteve a recomendação neutra, ressaltando a capacidade de execução mais fraca. A empresa acredita que a integração entre Amil e Dasa deve gerar valor ao longo do tempo, mas prefere não incorporar essas oportunidades devido aos riscos de execução e à visibilidade limitada sobre uma expansão sustentável de margens.
- Crescimento de 13% em receita bruta;
- Avanço de 13% nas receitas de Diagnósticos nacionais;
- Alta de 27% em Hospitais/Oncologia.
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