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CIO da Pimco vê risco de alta de juros pelo Fed por causa da guerra no Irã

Guerra no Irã e o Impacto nos Juros nos EUA

A guerra no Irã tem gerado preocupações sobre o impacto nos juros nos EUA, com o diretor de investimentos da Pimco, Dan Ivascyn, afirmando que o Federal Reserve pode adiar os cortes de juros e, em vez disso, voltar a elevá-los. Isso ocorre devido à disparada dos preços de energia ligada ao fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, criando um novo desafio para as autoridades dos EUA.

De acordo com Ivascyn, a inflação nos EUA está longe da meta de 2% do banco central, e qualquer redução dos juros seria contraproducente. Além disso, a presidente-executiva da Franklin Templeton, Jenny Johnson, afirmou que a inflação vai ser mais difícil de manter sob controle para o Fed.

Os investidores vêm demonstrando apetite crescente por ativos protegidos contra a inflação, e o Fed manteve os juros inalterados nas duas últimas reuniões. No entanto, a incerteza sobre os próximos passos do banco central aumentou, com alguns analistas prevendo que o Fed adie os próximos cortes de juros.

  • O presidente Donald Trump vem pressionando o Fed a cortar juros desde que voltou à Casa Branca.
  • Analistas do Goldman Sachs esperam que o Fed adie os próximos dois cortes para dezembro de 2026 e março de 2027.
  • A guerra no Irã está drenando a reserva global de petróleo em um ritmo sem precedentes, tornando o mercado vulnerável a futuras interrupções.

Em resumo, a guerra no Irã tem gerado incerteza sobre os juros nos EUA, com o Fed enfrentando desafios para controlar a inflação. A decisão do banco central sobre os juros será crucial para o mercado financeiro, e os investidores devem estar atentos às mudanças nos próximos meses.

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