Lançamento do Primeiro ETF de Terras Raras na Bolsa Brasileira
O investidor brasileiro agora tem a oportunidade de se expor à tese de terras raras com o lançamento do RARA11, o primeiro ETF de terras raras e metais estratégicos listado na B3. Esse fundo replica o VanEck Rare Earth & Strategic Metals ETF (REMX), negociado na Bolsa de Nova York, e reúne mais de 30 empresas globais especializadas na produção, refino e processamento de minerais críticos.
A taxa de administração do RARA11 é de 0,5% ao ano, e o rebalanceamento da carteira acontece a cada três meses. O índice de referência do RARA11 só aceita empresas que tenham pelo menos metade da receita relacionada à atividade de terras raras e metais estratégicos, evitando assim a diluição da tese em grandes conglomerados de mineração.
As terras raras são essenciais para tecnologias que vão do smartphone ao aparelho de ressonância magnética, e incluem 17 elementos como neodímio, ítrio e lítio. A demanda por esses elementos tem crescido devido à sua importância em tecnologias como carros elétricos, turbinas eólicas e motores industriais.
De acordo com projeções da Agência Internacional de Energia (IEA), a demanda por terras raras deve crescer mais de 30% até 2030. O lançamento do RARA11 permite que o investidor brasileiro tenha acesso a uma tese estrutural de longo prazo, conectada à transição energética, à segurança das cadeias globais de suprimentos e ao avanço tecnológico mundial.
- O RARA11 oferece uma oportunidade de investimento em uma tese de longo prazo.
- A demanda por terras raras deve crescer significativamente nos próximos anos.
- O fundo replica o VanEck Rare Earth & Strategic Metals ETF (REMX), negociado na Bolsa de Nova York.
O CEO da Investo, Cauê Mançanares, afirma que o lançamento do RARA11 permite que o investidor brasileiro tenha acesso a uma tese estrutural de longo prazo, conectada à transição energética, à segurança das cadeias globais de suprimentos e ao avanço tecnológico mundial.
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